quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

ITAUTRADE: Ordem de STOP e START

rdem Start Simples

Descrição
É uma ordem de COMPRA programada para ser enviada para a bolsa somente quando a cotação do ativo a ser comprado atingir valor igual ou superior ao preço de disparo, chamado de “preço start”, programado pelo investidor. Quando atingido ou superado o “preço start” programado, será enviada uma compra do tipo limitada para a bolsa com o preço limite que foi estipulado pelo investidor no ato do registro da oferta.
Obs. A modalidade de ordem denominada "Ordens Start/Stop Itautrade" ("Ordem SI"), é um serviço adicional oferecido pela Itaú Corretora que permite ao cliente determinar o preço de venda ou compra para as ações, sendo a ordem enviada ao sistema de negociação somente quando a ação atingir o preço determinado. No entanto, as "Ordens SI" são ordens do tipo "limitada" perante a Bovespa e demais participantes do mercado.
O preço de fechamento das ações está sujeito a ajustes em decorrência da distribuição de proventos aos acionistas e o disparo e/ou execução de "Ordens SI" pode ocorrer se o preço de disparo for atingido/ultrapassado devido a estes eventos. Nestas condições, a Itaú Corretora não se responsabilizará pelo disparo e/ou execução de "Ordens SI".

Exemplo
Se um determinado ativo que neste momento está sendo negociado à R$ 53,95 atingir ou ultrapassar o valor de R$ 54,00, o investidor deseja emitir uma ordem de compra limitada à R$ 54,05. Para isso, este investidor poderá programar uma oferta do tipo “Start Simples” com “Preço Start”, ou preço de disparo da oferta, fixado em R$ 54,00 e com preço limite de R$ 54,05. Assim, esta ordem será disparada com preço limite de R$ 54,05 apenas se o ativo atingir ou ultrapassar a cotação de R$ 54,00.



Ordem Stop Simples

Descrição
É uma ordem de VENDA programada para ser enviada para a bolsa somente quando a cotação do ativo a ser vendido atingir valor igual ou inferior ao preço de disparo, chamado de “preço stop”, programado pelo investidor. Quando atingido ou ultrapassado o “preço stop” programado, será enviada uma venda do tipo limitada para a bolsa com o preço limite que foi estipulado pelo investidor no ato do registro da oferta.
Obs. A modalidade de ordem denominada "Ordens Start/Stop Itautrade" ("Ordem SI"), é um serviço adicional oferecido pela Itaú Corretora que permite ao cliente determinar o preço de venda ou compra para as ações, sendo a ordem enviada ao sistema de negociação somente quando a ação atingir o preço determinado. No entanto, as "Ordens SI" são ordens do tipo "limitada" perante a Bovespa e demais participantes do mercado.
O preço de fechamento das ações está sujeito a ajustes em decorrência da distribuição de proventos aos acionistas e o disparo e/ou execução de "Ordens SI" pode ocorrer se o preço de disparo for atingido/ultrapassado devido a estes eventos. Nestas condições, a Itaú Corretora não se responsabilizará pelo disparo e/ou execução de "Ordens SI".
Exemplo
Se um determinado ativo que neste momento está sendo negociado à R$ 60,00 atingir ou ultrapassar o valor de R$ 59,95, o investidor deseja emitir uma ordem de venda limitada à R$ 59,90. Para isso, este investidor poderá programar uma oferta do tipo “Stop Simples” com “Preço Stop”, ou preço de disparo da oferta, fixado em R$ 59,95 e com “Preço Limite” de R$ 59,90, ou seja, esta ordem será disparada com preço limite de R$ 59,90 apenas se o ativo atingir ou ultrapassar a cotação de R$ 59,95.



Ordem Start Duplo

Descrição
É uma ordem de COMPRA programada para ser enviada para a bolsa somente quando a cotação do ativo a ser comprado atingir valor igual/superior ou igual/inferior aos preços de disparo programados pelo investidor. O primeiro preço de disparo, chamado “preço start 1”, deve ser superior à cotação do último negócio e o segundo preço de disparo, chamado “preço start 2”, deve ser inferior à cotação do último negócio. Se atingido ou superado o “preço start 1” programado, será enviada uma compra do tipo limitada para a bolsa com o “preço limite 1” que foi estipulado pelo investidor. O disparo da primeira oferta programada ocasiona o cancelamento automático da segunda oferta do “start duplo”. Se atingido ou superado o “preço start 2” programado, será enviada uma compra do tipo limitada para a bolsa com o “preço limite 2” que foi estipulado pelo investidor. O disparo da segunda oferta programada ocasiona o cancelamento automático da primeira oferta do “start duplo”.
Atenção: somente uma das duas ofertas de compra programadas no “start duplo” será enviada para a bolsa, aquela cujo preço de disparo for atingido ou ultrapassado primeiro. O disparo da primeira oferta automaticamente cancela o disparo da outra oferta programada.
Obs. A modalidade de ordem denominada "Ordens Start/Stop Itautrade" ("Ordem SI"), é um serviço adicional oferecido pela Itaú Corretora que permite ao cliente determinar o preço de venda ou compra para as ações, sendo a ordem enviada ao sistema de negociação somente quando a ação atingir o preço determinado. No entanto, as "Ordens SI" são ordens do tipo "limitada" perante a Bovespa e demais participantes do mercado.
O preço de fechamento das ações está sujeito a ajustes em decorrência da distribuição de proventos aos acionistas e o disparo e/ou execução de "Ordens SI" pode ocorrer se o preço de disparo for atingido/ultrapassado devido a estes eventos. Nestas condições, a Itaú Corretora não se responsabilizará pelo disparo e/ou execução de "Ordens SI".
Exemplo
Se um determinado ativo que neste momento está sendo negociado à R$ 111,45 atingir ou ultrapassar o valor de R$ 111,50, o investidor deseja emitir uma ordem de compra limitada à R$ 111,55. Mas, caso o movimento de alta esperado não se confirme e se a cotação deste mesmo ativo cair para valor igual ou inferior à R$ 111,35, o investidor deseja emitir uma ordem de compra limitada à R$ 111,37. Para isso, este investidor poderá programar uma oferta do tipo “Start Duplo” com “Preço Start 1”, ou preço de disparo da oferta para o cenário de alta, fixado em R$ 111,50 e com “Preço Limite 1” de R$ 111,55, e “Preço Start 2”, ou preço de disparo da oferta para o cenário de baixa, fixado em R$ 111,35 e com “Preço Limite 2” de R$ 111,37. Assim, se o ativo em questão atingir ou ultrapassar R$ 111,50, será disparada uma compra com preço limite de R$ 111,55 e a compra com preço limite de R$ 111,37 será automaticamente cancelada, pois o movimento de alta foi confirmado primeiro que o movimento de baixa. Entretanto, se o ativo atingir ou ultrapassar a cotação de R$ 111,35 num movimento de baixa, será disparada uma compra com preço limite de R$ 111,37 e a compra com preço limite de R$ 111,55 será automaticamente cancelada, pois o movimento de queda foi confirmado primeiro que o movimento de alta.



Ordem Stop Duplo

Descrição
É uma ordem de VENDA programada para ser enviada para a bolsa somente quando a cotação do ativo a ser vendido atingir valor igual/inferior ou igual/superior aos preços de disparo programados. O primeiro preço de disparo, chamado de “Preço Stop 1”, deve ser inferior à cotação do último negócio e o segundo preço de disparo, chamado de “Preço Stop 2”, deve ser superior à cotação do último negócio. Se atingido ou ultrapassado o “Preço Stop 1” programado, será enviada uma venda do tipo limitada para a bolsa com o “Preço Limite 1” que foi estipulado pelo investidor. O disparo da primeira oferta programada ocasiona o cancelamento automático da segunda oferta do “stop duplo”. Se atingido ou ultrapassado o “Preço Stop 2” programado, será enviada uma venda do tipo limitada para a bolsa com o “Preço Limite 2” que foi estipulado pelo investidor. O disparo da segunda oferta programada ocasiona o cancelamento automático da primeira oferta do “start duplo”.
Atenção: somente uma das duas ofertas de venda programadas no “Stop Duplo” será enviada para a bolsa, aquela cujo preço de disparo for atingido ou ultrapassado primeiro. O disparo da primeira oferta automaticamente cancela o disparo da outra oferta programada.
Obs. A modalidade de ordem denominada "Ordens Start/Stop Itautrade" ("Ordem SI"), é um serviço adicional oferecido pela Itaú Corretora que permite ao cliente determinar o preço de venda ou compra para as ações, sendo a ordem enviada ao sistema de negociação somente quando a ação atingir o preço determinado. No entanto, as "Ordens SI" são ordens do tipo "limitada" perante a Bovespa e demais participantes do mercado.
O preço de fechamento das ações está sujeito a ajustes em decorrência da distribuição de proventos aos acionistas e o disparo e/ou execução de "Ordens SI" pode ocorrer se o preço de disparo for atingido/ultrapassado devido a estes eventos. Nestas condições, a Itaú Corretora não se responsabilizará pelo disparo e/ou execução de "Ordens SI".
Exemplo
Se um determinado ativo que neste momento está sendo negociado à R$ 4,85 atingir ou ultrapassar o valor de R$ 4,80, o investidor deseja emitir uma ordem de venda limitada à R$ 4,75. Mas, caso o movimento de baixa esperado não se confirme e se a cotação deste mesmo ativo atingir ou ultrapassar o valor de R$ 4,90, o investidor deseja emitir uma ordem de venda limitada à R$ 4,95. Para isso, este investidor poderá programar uma oferta do tipo “Stop Duplo” com “Preço Stop 1”, ou preço de disparo da oferta para o cenário de baixa, fixado em R$ 4,80 e com “Preço Limite 1” de R$ 4,75, e “Preço Stop 2”, ou preço de disparo da oferta para o cenário de alta, fixado em R$ 4,90 e com “Preço Limite 2” de R$ 4,95. Assim, se o ativo em questão atingir ou ultrapassar R$ 4,80, será disparada uma venda com preço limite de R$ 4,75 e a venda com preço limite de R$ 4,95 será automaticamente cancelada, pois o movimento de baixa foi confirmado primeiro que o movimento de alta. Entretanto, se o ativo atingir ou ultrapassar a cotação de R$ 4,90 num movimento de alta, será disparada uma venda com preço limite de R$ 4,95 e a venda com preço limite de R$ 4,75 será automaticamente cancelada, pois o movimento de alta foi confirmado primeiro que o movimento de baixa.




Ordem Estratégia

Descrição
É um combinado de duas ordens de naturezas diferentes em uma mesma ordem: uma VENDA e uma COMPRA, ambas programadas para serem enviadas para a bolsa quando a cotação do ativo a ser vendido/comprado atingir ou ultrapassar os preços de disparo programados pelo investidor no ato do registro da oferta. O "preço stop" deve ser superior à cotação do último negócio e o "preço start" deve ser inferior à cotação do último negócio. Quando atingido ou ultrapassado o "Preço Stop" programado, será enviada uma venda do tipo limitada para a bolsa com o "Preço Limite" que foi estipulado pelo investidor. O disparo da oferta “stop” programada ocasiona o cancelamento automático da oferta "start". Quando atingido ou ultrapassado o "Preço Start" programado, será enviada uma compra do tipo limitada para a bolsa com o "Preço Limite" que foi estipulado pelo investidor. O disparo da oferta "start" programada ocasiona o cancelamento automático da oferta do "stop".
Atenção: somente uma das duas ofertas programadas na oferta “estratégia” será enviada para a bolsa, aquela cujo preço de disparo for atingido ou ultrapassado primeiro. O disparo da primeira oferta automaticamente cancela o disparo da outra oferta programada.
Obs. A modalidade de ordem denominada "Ordens Start/Stop Itautrade" ("Ordem SI"), é um serviço adicional oferecido pela Itaú Corretora que permite ao cliente determinar o preço de venda ou compra para as ações, sendo a ordem enviada ao sistema de negociação somente quando a ação atingir o preço determinado. No entanto, as "Ordens SI" são ordens do tipo "limitada" perante a Bovespa e demais participantes do mercado.
O preço de fechamento das ações está sujeito a ajustes em decorrência da distribuição de proventos aos acionistas e o disparo e/ou execução de "Ordens SI" pode ocorrer se o preço de disparo for atingido/ultrapassado devido a estes eventos. Nestas condições, a Itaú Corretora não se responsabilizará pelo disparo e/ou execução de "Ordens SI".
Exemplo
Se um determinado ativo que neste momento está sendo negociado à R$ 74,50 atingir ou ultrapassar o valor de R$ 75,00, o investidor deseja emitir uma ordem de venda limitada à R$ 75,05. Mas, caso o movimento de alta esperado não se confirme e se a cotação deste mesmo ativo atingir ou ultrapassar o valor de R$ 74,00, o investidor deseja emitir uma ordem de compra limitada à R$ 73,95. Para isso, este investidor poderá programar uma oferta do tipo “Estratégia” com “Preço Stop”, ou preço de disparo da oferta de venda fixado em R$ 75,00 e com “Preço Limite” de R$ 75,05, e “Preço Start”, ou preço de disparo da oferta de compra fixado em R$ 74,00 e com “Preço Limite” de R$ 73,95. Assim, se o ativo em questão atingir ou ultrapassar R$ 75,00, será disparada uma venda com preço limite de R$ 75,05 e a compra com preço limite de R$ 73,95 será automaticamente cancelada. Entretanto, se o ativo atingir ou ultrapassar a cotação de R$ 74,00, será disparada uma compra com preço limite de R$ 73,95 e a venda com preço limite de R$ 75,05 será automaticamente cancelada.




Legenda

Preço de Disparo: preço de um negócio efetivamente registrado na bolsa o qual ocasionou o disparo de uma das ofertas programadas pelo investidor.


Preço Limite: preço limite da oferta que será enviada para a bolsa caso o preço de disparo programado pelo investidor seja atingido ou ultrapassado. A oferta disparada será executada a preço igual ou melhor ao limitado pelo investidor.


Preço Limite 1: em uma oferta do tipo “Start Duplo” ou “Stop Duplo”, é o preço limite da primeira oferta programada pelo investidor, a qual será enviada para a bolsa caso o preço de disparo 1 seja atingido ou ultrapassado antes do preço de disparo 2. A oferta disparada será executada a preço igual ou melhor ao limitado pelo investidor.


Preço Limite 2: em uma oferta do tipo “Start Duplo” ou “Stop Duplo”, é o preço limite da segunda oferta programada pelo investidor, a qual será enviada para a bolsa caso o preço de disparo 2 seja atingido ou ultrapassado antes do preço de disparo 1. A oferta disparada será executada a preço igual ou melhor ao limitado pelo investidor.


Preço Start: parâmetro utilizado pelo sistema para disparar uma oferta de compra limitada para o sistema da bolsa. Em ofertas do tipo Start Simples, deve ser maior que o preço do último negócio registrado. Em ofertas do tipo Estratégia deve ser menor que o preço do último negócio registrado. Assim que este preço for atingido ou ultrapassado o sistema enviará uma ordem de compra com preço limitado para a bolsa.


Preço Start 1: em uma oferta do tipo “Start Duplo”, é o primeiro parâmetro utilizado pelo sistema para disparar uma oferta de compra limitada para o sistema da bolsa. Deve ser maior que o preço do último negócio registrado. Caso este preço seja atingido ou ultrapassado antes do “Preço Start 2”, o sistema enviará a ordem de compra com o “Preço Limite 1” que foi definido pelo investidor.


Preço Start 2: em uma oferta do tipo “Start Duplo”, é o segundo parâmetro utilizado pelo sistema para disparar uma oferta de compra limitada para o sistema da bolsa. Deve ser menor que o preço do último negócio registrado. Caso este preço seja atingido ou ultrapassado antes do “Preço Start 1”, o sistema enviará a ordem de compra com o “Preço Limite 2” que foi definido pelo investidor.


Preço Stop: parâmetro utilizado pelo sistema para disparar uma oferta de venda limitada para o sistema da bolsa. Em ofertas do tipo Stop Simples, deve ser menor que o preço do último negócio registrado. Em ofertas do tipo Estratégia deve ser maior que o preço do último negócio registrado. Assim que este preço for atingido ou ultrapassado o sistema enviará uma ordem de venda com preço limitado para a bolsa.


Preço Stop 1: em uma oferta do tipo “Stop Duplo”, é o primeiro parâmetro utilizado pelo sistema para disparar uma oferta de venda limitada para o sistema da bolsa. Deve ser menor que o preço do último negócio registrado. Caso este preço seja atingido ou ultrapassado antes do “Preço Stop 2”, o sistema enviará a ordem de venda com o “Preço Limite 1” que foi definido pelo investidor.


Preço Stop 2: em uma oferta do tipo “Stop Duplo”, é o segundo parâmetro utilizado pelo sistema para disparar uma oferta de venda limitada para o sistema da bolsa. Deve ser maior que o preço do último negócio registrado. Caso este preço seja atingido ou ultrapassado antes do “Preço Stop 1”, o sistema enviará a ordem de venda com o “Preço Limite 2” que foi definido pelo investidor.



Limite Operacional

Start Simples: o valor em reais da oferta “start simples” programada será abatido do limite operacional disponível do cliente imediatamente após o registro da ordem, de acordo com o preço limite estipulado. Após o disparo da oferta, se houver execução a preço melhor que o preço limitado, o limite operacional disponível será automaticamente reestabelecido conforme o preço de execução da ordem.


Start Duplo: o valor em reais da oferta “start duplo” programada será abatido do limite operacional disponível do cliente imediatamente após o registro da ordem, de acordo com o maior dos dois preços limite estipulados. Caso a oferta disparada seja a de preço limite menor, o valor do limite operacional do cliente será automaticamente recalculado. Após o disparo da oferta, independentemente do preço limite estipulado, se houver execução a preço melhor que o preço limitado, o limite operacional disponível será automaticamente reestabelecido conforme o preço de execução da ordem.


Stop Simples: o valor em reais da oferta “stop simples” programada será somado ao limite operacional disponível do cliente após o disparo e efetiva execução da ordem. O limite operacional disponível será automaticamente reestabelecido conforme o preço de execução da ordem.


Stop Duplo: o valor em reais da oferta “stop duplo” programada será somado ao limite operacional disponível do cliente após o disparo e efetiva execução da ordem. O limite operacional disponível será automaticamente reestabelecido conforme o preço de execução da ordem.


Estratégia: o valor em reais da oferta “Estratégia” programada será abatido do limite operacional disponível do cliente imediatamente após o registro da ordem, de acordo com o preço limite da ordem de compra registrada pelo investidor. Caso a oferta disparada seja a de compra e se houver execução a preço melhor que o preço limitado, o limite operacional disponível será automaticamente reestabelecido conforme o preço de execução da ordem. Caso a oferta disparada seja a de venda, o valor da oferta de compra anteriormente abatido será reestabelecido e o valor obtido pela venda será automaticamente somado ao limite operacional disponível do cliente de acordo com preço de execução da ordem.



Validade

Data de Validade: O prazo de validade para ordens do tipo “start simples”, “start duplo”, “stop simples”, “stop duplo” e “estratégia” é de 15 (quinze) dias. Findo este prazo e não atingido ou ultrapassado nenhum dos preços de disparo programados pelo investidor, a ordem será automaticamente cancelada.



Parãmetros

Preços de Disparo:
- Em ofertas do tipo “Start Simples” e “Stop Simples”, o “Preço Start” deve ser maior que o preço do último negócio registrado e o “Preço Stop” deve ser menor que o preço do último negócio registrado;
- Em ofertas do tipo “Start Duplo”, o “Preço Start 1” deve ser maior que o preço do último negócio registrado e o “Preço Start 2” deve ser menor que o preço do último negócio registrado;
- Em ofertas do tipo “Stop Duplo”, o “Preço Stop 1” deve ser menor que o preço do último negócio registrado e o “Preço Stop 2” deve ser maior que o preço do último negócio registrado;
- Em ofertas do tipo “Estratégia”, o “Preço Stop” deve ser maior que o preço do último negócio registrado e o “Preço Start” deve ser menor que o preço do último negócio registrado;
- Os preços de disparo de ofertas do tipo “Start Simples”, “Start Duplo”, “Stop Simples”, “Stop Duplo” e “Estratégia” para ações e opções podem ter oscilação de até 50% e 70% contra o preço do último negócio, respectivamente;


Preços Limite:
- Os “Preços Limite” de ações e opções até R$ 1,00 podem ter oscilação de até 40% contra o preço do último negócio;
- Os “Preços Limite” de ações e opções acima de R$ 1,00 podem ter oscilação de até 10% contra o preço do último negócio;


After Market:
- Durante o After Market os ativos não podem sofrer oscilação superior a 2% contra o preço do último negócio registrado no pregão regular. Ofertas com preços limite superiores ao permitido para este período que forem disparadas durante o After Market serão recusadas pela bolsa e reenviadas no início do próximo pregão caso possuam prazo de validade que permita o reenvio.


Proventos

Conhecer em detalhe o funcionamento dos proventos, como dividendos, juros sobre capital próprio, bonificações e outros, é fundamental para o investidor que quer maximizar seu retorno no mercado de ações.

Este guia tem como objetivo trazer uma descrição detalhada dos principais conceitos e termos relacionados a proventos, além de analisar quais são as principais alternativas e estratégias relacionadas a este assunto.
  1. Conceitos Básicos

  2. Principais Termos

  3. Tipos de Proventos

  4. Quem tem Direito a Receber

  5. Conheça Mais Sobre o Ajuste de Proventos

  6. Direitos de Subscrição

  7. Bonificação

  8. Desdobramentos e Grupamentos

  9. Conheça o Dividend Yield e o Dividend Payout

  10. Política de Dividendos

  11. Qual Ação Escolher

  12. Distribuir proventos ou investir?

  13. Estratégia: analisando o Dividend Yield

  14. Fundos de Dividendos

  15. Re-investimento de Dividendos

aconteceu comigo esta semana...VENDENDO RAPIDO DEMAIS

Vendendo rápido demais

Por: Jurandir Sell Macedo Jr13/02/08 - 20h20InfoMoney

Caro leitor, imagine que você comprou uma ação por R$ 100. Depois de dois meses, esta mesma ação já está valendo R$ 120, enquanto o Ibovespa rendeu 15% no mesmo período. Você provavelmente estaria muito contente com sua aplicação não é mesmo?Agora imagine que um mês depois que você comprou a mesma ação ela atingiu o preço de R$ 180 e, no mês seguinte, recuou a R$ 120. Será que sua alegria seria a mesma? Segundo a Teoria da Utilidade Esperada, só o que importa é que você investiu R$ 100 e agora tem R$ 120.Mas, na prática, sabemos que muitos investidores ficariam chateados por não ter realizado a posição em R$ 180. Inversamente, se a ação tivesse iniciado uma queda após a compra até o valor de R$ 60, para se recuperar e chegar aos R$ 120, é possível que o aplicador estivesse muito mais contente com o mesmo lucro.
"Formamos pontos de referência que nem sempre são nossas riquezas inicial ou final"Segundo as Finanças Comportamentais, formamos pontos de referência que nem sempre são nossas riquezas inicial ou final. A partir destes pontos de referência avaliamos nosso lucro ou perda. Quem investe em ações sabe que a dor de não ter realizado um lucro na hora certa é freqüentemente maior que a dor de uma perda.Na primeira situação o investidor pode, mesmo tendo um ganho maior que o Ibovespa, estar se sentindo "burro" por não ter vendido quando a ação chegou a R$ 180. Já na segunda situação, o investidor pode sentir-se extremamente "inteligente" por não ter vendido a R$ 60, além de esperar a recuperação.Como detestamos nos sentir burros e adoramos nos sentir inteligentes, tendemos a realizar nossos lucros muito rápido e a manter nossas perdas por muito tempo. Esta tendência é chamada de efeito disposição. O efeito disposição foi apontado, em uma pesquisa que fiz com analistas profissionais, como a maior causa de baixo desempenho de investidores individuais.Inúmeros trabalhos científicos nacionais e internacionais já foram feitos sobre o efeito disposição. Todos eles concluem que ele é extremamente prejudicial aos investidores. Dentre os trabalhos mais importantes, destacam-se Shefrin e Statman (1985) e Odean (1998).O efeito disposição é resultado do efeito reflexo descrito por Daniel Kahneman e Amos Tversky. O efeito reflexo é uma assimetria no modo como se tomam decisões envolvendo ganhos ou perdas. Segundo esta teoria, somos avessos ao risco quando estamos no campo dos ganhos e somos propensos ao risco no campo das perdas. A Teoria da Utilidade Esperada considera que somos avessos ao risco tanto no ganho quanto na perda.Realizar lucros rapidamente é uma estratégia adotada por muitos jovens investidores. Esta estratégia é aconselhada por Max Gunther no livro "Os Axiomas de Zurique". Pode até ser que você seja um dos exaltados defensores dessa estratégia, mas os analistas profissionais normalmente criticam a tendência de realização de ganhos muito rápido.Entre os investidores que ficam chateados com ações que caem de preço, são comuns aqueles que "esquecem" do investimento que não deu certo. Há também os que se enchem de coragem e dizem: "agora eu só saio desta posição com lucro". Lucro que muitas vezes nunca chega.O nosso cérebro é uma máquina treinada para nos propiciar bem estar. Ele faz tudo que estiver ao seu alcance para que tenhamos uma vida melhor, sem sofrimentos. Também quando atuamos no mercado financeiro, este cérebro vai ficar o tempo todo buscando evitar nosso sofrimento.Quando compramos uma ação e ela sobe de preço, o cérebro quer uma bela recompensa. Assim, se compramos uma ação por R$ 1 e vendemos o papel depois de ele subir 20%, vamos nos sentir inteligentes e alegres. Por outro lado, se compramos por R$ 1 e vendemos depois que a ação cai 20%, vamos nos sentir burros. Por isso, cérebro vai fazer tudo o possível para que não tenhamos que aceitar o erro ao vender a ação. Quem sabe possamos acreditar que nós estamos certos e que o mercado é que está errado?Para evitar a atuação deletéria do efeito disposição, devemos sempre lembrar que o passado já passou e que o valor de um investimento está no seu futuro.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Oportunidades: análise técnica traz sugestões de compra e venda

11/02/08 - 12h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Em tempos de volatilidade, a busca pelos melhores pontos de entrada e saída de uma posição ganha ainda mais importância. A análise técnica é um dos instrumentos que pode ajudar os investidores a monitorar o comportamento de determinadas ações, auxiliando a tomada de decisão.

Entre os papéis que podem ser boas pedidas de compra, a assessoria de investimentos Investor vê com bons olhos as units do Unibanco (UBBR11). As recentes quedas levaram o papel a testar, simultaneamente, importantes suportes, e os atuais níveis de preços oferecem ponto de compra, tendo em vista a manutenção da tendência de alta no longo prazo.

Para os que procuram ganhos de curto prazo, uma das sugestões da consultoria TCX Trading é a ação preferencial da Confab (CNFB4). O rompimento da resistência nos R$ 5,09 abre espaço para compra, com novos objetivos em R$ 5,35 e R$ 5,55. Já a perda dos R$ 4,90 pede stop loss.

Vale gera discussão
Acima de R$ 39,60, a ação ordinária da Perdigão (PRGA3) também sinaliza oportunidade no curto prazo, desafiando, então, resistências em R$ 43,14 e R$ 44,01. Outra sugestão da TCX é o papel preferencial classe A da Vale (VALE5): com stop na perda dos R$ 44,35, a consultoria recomenda a compra do ativo após o rompimento de R$ 45,85, com próximos objetivos em R$ 52,21 e R$ 56,27.

Contudo, a sugestão para o ativo da mineradora gera discussão. Rubens Góes, analista gráfico da Ativa Corretora, avalia que o volume decrescente somado ao comportamento destas ações demonstra dúvida por parte do mercado.

No curto prazo, é esperado movimento lateral, entre R$ 43,50 e R$ 47,00. Acima de R$ 46,25 este papel buscaria então novos objetivos em R$ 47,00 e R$ 47,45, resistência que deve ser rompida para o ativo mostrar força. Já abaixo de R$ 45,00 este ativo segue "perdido", com pontos em R$ 44,00, R$ 43,50 e R$ 42,50. Nesta última faixa, começa a decisão para o lado da venda, com outros suportes em R$ 41,66, R$ 40,80 e o principal deles, em R$ 40,00.

Com visão no longo prazo, a Unibanco Corretora, por sua vez, avalia que o papel mostra recuperação após testar importantes suportes, com o índice que mede força das tendências apresentando melhora. A principal resistência a ser testada está em R$ 50,04.

Cuidado com a Petrobras
Falando em outra blue chip, a Petrobras (PETR4), "indefinição" e "cautela" são as palavras que definem o papel. Góes, da Ativa Corretora, acredita que uma definição de comportamento se dará somente quando este ativo romper algum dos extremos da faixa de indefinição em que caminha, entre R$ 78,30 e R$ 82,70.

A ruptura para cima significaria a perda da congestão com busca de novo objetivo nos R$ 87,00, contudo, com resistências em R$ 85,15, R$ 85,60 e R$ 86,00. Já abaixo de R$ 80,95, a ação preferencial da estatal testa primeiro o suporte nos R$ 80,00, antes de buscar o fundo da congestão em R$ 78,30. A perda deste patamar levaria então à busca dos R$ 74,00, com intermédios nas faixas de R$ 77,50, R$ 76,50 e R$ 75,00.

A Unibanco Corretora vê este papel em acomodação de preço, recomendando cautela aos investidores com foco no longo prazo, já que tal movimento pode perdurar por algum tempo. A principal resistência a ser testada está em R$ 85,02.

Mais blue chips
A corretora avalia ainda os papéis de Bradesco (BBDC4), Usiminas (USIM5) e Itaú (ITAU4). A começar pela siderúrgica, cujas ações mostram acomodação da alta de médio e longo prazo desde outubro passado e apresentam suporte na casa de R$ 70,67, a instituição observou melhora nas últimas semanas, principalmente devido à ruptura de resistência.

As ações do Bradesco ensaiaram ultrapassar uma possível linha de suporte, o que tornaria viável uma recuperação nas cotações, mas precisa reagir para não confirmar mudança de tendência. A resistência fica nos R$ 56,89. Os ativos do Itaú mostram possibilidade de retomada de alta para breve, mas as recentes perdas pedem reação. A resistência marcada pelo papel está em R$ 47,79.

Day trade: Joe Ross explica estratégia para método que não discrimina perfis

Por: Camila Schoti
12/02/08 - 12h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Operações de sucesso consistentes no mercado financeiro requerem, no mínimo, algum planejamento, estudo e conhecimento do mercado em que se está operando. Em operações de longo ou curto prazo, estratégias bem definidas tendem a minimizar as chances de perdas na operação.

Para um dos traders mais famosos do mundo, Joe Ross, a busca pelo retorno em operações de intraday, através da negociação de ativos financeiros e o risco inerente à cada posição assumida, deve ser balanceada e mensurada previamente. Especialista em day trade, Ross afirma que não existe um perfil pré-determinado para se sair bem neste tipo de operação, mas algumas características e cuidados podem ajudar.

Bem sucedidos não apresentam perfil específico
Ainda que nenhum perfil pré-determinado tenha sido identificado entre traders de sucesso, Ross destaca que auto-controle, disciplina, empenho e um bom senso para negócios são características que aparecem com alguma freqüência entre traders bem sucedidos.

Ademais, se por um lado, análises fundamentalistas requerem o estudo dos fundamentos da empresa em que se pretende investir, por outro, segundo Ross, para aplicar suas técnicas de day trade, é preciso dedicar algum tempo a conhecimentos em estatística.

Para o trader, o investidor precisa saber responder às seguintes perguntas:

  • Com que freqüência eu posso ganhar? - Isto é, qual o percentual de operações de sucesso.

  • Quanto posso ganhar em uma operação bem sucedida?

  • Quantas ações ou contratos preciso negociar para conseguir ganhar o que quero com a operação?

  • De acordo com percentual de ganhos, quanto posso arriscar perder em caso de operações perdedoras?

    Para ter a resposta a essas perguntas, porém, o investidor precisa testar seus trades para, ao menos, ter uma idéia da freqüência com que consegue obter sucesso em suas operações.

    Neste caso, Ross sugere, por exemplo, o uso de simuladores, em conjunto com avaliações de gráficos, indicadores técnicos e a combinações destes. Esta postura também deverá ajudar o trader a identificar o horizonte de tempo e o tipo de mercado com que se sente mais confortável operando.

    Ganhos rápidos
    Ganhos rápidos. Esta é melhor forma de operar para Ross. A estratégia adotada pelo trader baseia-se em determinar um alvo de ganhos realista e não muito distante, realizar parte dos lucros quando o preço do ativo negociado atingir este alvo, ou quando cobrir os custos operacionais da operação mais uma margem de lucro, e deixar o restante no mercado até que se acione o stop-loss, determinado para proteger os lucros previamente realizados.

    A realização de parte dos lucros carrega consigo um caráter subjetivo, que dependerá das preferências do investidor. Contudo, a despeito deste aspecto, esta realização inicial de lucros deve ao menos cobrir os custos do negócio, como a corretagem, impostos, emolumentos e etc. com alguma margem de lucro - esta, sim, subjetiva - estipulada pelo trader.

    Manejo de risco
    Neste tipo de operação, em que parte dos lucros já foi embolsada, o stop loss tem o objetivo de garantir os ganhos já auferidos, e pode ser colocado, por exemplo, no preço de compra da ação, ou acima, dependendo do critério do trader. Assim, se os preços do ativo escolhido se reduzirem, o sucesso da operação já foi garantido.

    Todavia, o manejo de risco não se limita à garantia de parte dos lucros em uma determinada operação. É preciso também planejar os trades de forma a garantir que ao longo do tempo o lucro das operações vencedoras seja superior aos prejuízos das operações perdedoras, através da determinação prévia de quanto é possível perder em uma determinada operação com base na freqüência de sucessos e fracassos nos trades.

    Em suma, para Ross, o procedimento adequado a operações de day trade passa por conhecer o próprio potencial de ganhos, isto é, o percentual de sucessos em trades, quanto é possível lucrar em cada operação vencedora e, em seguida, determinar quantas ações ou contratos deverão ser negociados para se obter o ganho esperado. Finalmente, é preciso saber quanto se está disposto a perder de forma que, no final, o ganho líquido ainda seja positivo, afirma o trader.

    Joe Ross se apresentará no Brasil em março
    Joe Ross tem negociado no mercado financeiro desde seu primeiro trade, aos quatorze anos, e é conhecido como um mestre dos investimentos. Criador do Ross Hook, o trader também criou o conceito conhecido por Lei dos Gráficos.

    Nos dias 23 e 24 de março de 2008, Ross oferecerá o Seminário "Day Trading", com operações ao vivo, em São Paulo. Mais informações em: www.tradingeducators.com.br e pelo Telefone (11) 3812 -2747.
  • segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

    Merrill Lynch segue otimista com mercados emergentes, apesar da crise

    11/02/08 - 15h20
    InfoMoney

    SÃO PAULO - O banco de investimentos Merrill Lynch segue otimista com o desempenho dos mercados emergentes em 2008, mostra relatório publicado pela instituição nesta segunda-feira (11).

    "Acho que teremos alta, e não baixa em 2008", mostra trecho da nota assinada por Michael Hartnett, estrategista de mercados emergentes do banco. Os economistas continuam otimistas com o crescimento global, diz o relatório.

    Sem danos permanentes
    A dificuldade de algumas empresas em encontrar crédito no mercado internacional, devido ao crescimento dos temores com a crise do subprime, deve se estender, mas não perdurar por muito tempo nos mercados emergentes.

    Os danos não serão permanentes, sugere a Merrill Lynch, que prevê o auge do temor em relação a uma recessão nos EUA e à inflação nos emergentes sendo atingido ainda no primeiro semestre.

    A queda das taxas de juros e o alto preço das commodities sustentarão o crescimento nos emergentes em 2008, avalia Hartnett.

    Clientes cautelosos
    Apesar do otimismo dos economistas, os clientes do banco estão cautelosos, mas ainda não pessimistas, diz o relatório. Os principais pontos esperados pelos investidores antes de retornarem ao otimismo são:

  • resiliência dos lucros das empresas dos mercados emergentes;
  • preços das commodities forte;
  • redução da taxa básica de juro no Brasil;
  • flexibilização monetária na China e pelo Banco Central Europeu;
  • maior retorno dos títulos corporativos nos EUA.
  • AGENDA FEV- Confira a agenda do investidor para a segunda semana de fevereiro


    SÃO PAULO - Dentro da agenda da segunda semana de fevereiro, os investidores estarão atentos aos dados sobre venda ao varejo nos EUA, cuja divulgação está prevista para quarta-feira (13).No cenário nacional, a ênfase fica para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) do mês de janeiro, que sairá também na quarta-feira. O indicador orientará novas percepções sobre o controle inflacionário neste começo de ano.Veja as referências da semanaNa segunda-feira (11/2), o Ministério de Comércio Exterior anuncia a balança comercial em base semanal e o Banco Central publica o relatório Focus.Já o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga a Pesquisa Industrial Regional referente ao mês de dezembro.Nos EUA, não serão apresentados índices relevantes.Na terça-feira (12/2), a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) publica o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) referente à primeira quadrissemana de fevereiro, enquanto a FGV (Fundação Getúlio Vargas) apresenta o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do primeiro decêndio de fevereiro. Além disso, o IBGE apresenta a Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil e o Levantamento da Produção Agrícola, ambos indicadores referentes ao mês de janeiro.Nos Estados Unidos, será revelado o Chain Store Sales, em base semanal, além das contas públicas (Treasury Budget) de janeiro. Na quarta-feira (13/2), o principal evento no Brasil será a publicação pelo IBGE do IPCA e do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), ambos referentes ao mês de janeiro.O Instituto também apresentará a Pesquisa Industrial de Emprego e Salário de dezembro. Em complemento, o dia é marcado pelo vencimento de opções sobre Ibovespa.Nos EUA, destaque para o indicador Retail Sales referente ao mês de janeiro, que mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços. Já o Retail Sales ex-auto ignora as vendas de automóveis.Ainda neste dia, serão anunciados os números semanais do MBA Purchase Applications, referente ao mercado de hipotecas, os estoques de petróleo norte-americanos e o Business Inventories de dezembro.Na quinta-feira (14/2), não serão apresentados índices relevantes no Brasil.Nos EUA, ênfase para a Balança Comercial de dezembro, além dos dados semanais referentes ao número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims).No Japão, haverá o primeiro dia da reunião do Banco do Japão, para atualizar a taxa básica de juro do país. Neste dia, os diretores se reúnem para analisar os dados econômicos do período.Na sexta-feira (15/2), a FGV divulga o IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) referente ao mês de fevereiro.Nos Estados Unidos, ênfase para os indicadores Export Prices e Import Prices, ambos do mês de janeiro. Os índices excluem de suas bases a produção agrícola e as cotações do petróleo, respectivamente.Os investidores também estarão atentos aos números do setor industrial do mês de janeiro, medidos pelo Industrial Production e pelo Capacity Utilization.Ainda no país, o Fed de Nova York apresenta o NY Empire State Index de fevereiro. E o dia é também marcado pela publicação do Net Foreign Purchases de dezembro, além da preliminar do Michigan Sentiment referente ao mês de fevereiro.E em seu segundo dia de reunião, o BoJ divulga a decisão sobre a taxa básica de juro do Japão.Como começa a semana subseqüente?Na segunda-feira (18/2), o Ministério de Comércio Exterior anuncia a balança comercial em base semanal e o BC publica o relatório Focus. Além disso, o IBGE divulga a Pesquisa Mensal do Comércio referente ao mês de dezembro.Nesta data será apresentado também o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à segunda quadrissemana de fevereiro, além de ser dia do vencimento de opções sobre ações.Nos EUA, será comemorado o President's Day. Assim, os mercados da região estarão fechados.

    sábado, 9 de fevereiro de 2008

    As melhores ações em 2008

    EXAME combinou as indicações de 21 analistas do mercado financeiro e um estudo estatístico da consultoria Economática para selecionar os cinco setores e os 20 papéis mais promissores neste ano

    Mario Rodrigues

    Ponte em construção em São Paulo: o setor de infra-estrutura é uma das apostas para o ano

    EXAME O início de 2008 mostrou que este será um ano bem mais difícil para quem aplica em ações. Mas o investidor que estiver disposto a suportar altos e baixos tem a chance de chegar a dezembro mais rico. Espera-se que o Índice Bovespa feche o ano em 75 000 pontos, o que representa uma valorização de 26% em relação ao fechamento do fim de janeiro. Algumas ações podem subir mais do que isso -- entre elas as que estão indicadas nas próximas seis páginas. Para selecioná-las, EXAME ouviu as recomendações de 21 analistas de alguns dos principais bancos e corretoras do país. Essas indicações foram então comparadas com um levantamento da consultoria Economática, que analisou indicadores financeiros das empresas de capital aberto para apontar as mais promissoras. As ações que constam desta reportagem passaram por esses dois crivos.

    INFRAESTRUTURA
    Um ano de investimento em energia e logística
    2008 será especial para os setores ligados à infra-estrutura. Mas é preciso cautela com as construtoras

    Uma das poucas opiniões unânimes de todos os analistas ouvidos por EXAME é que haverá mais investimentos em infra-estrutura neste ano -- tanto por parte do governo como da iniciativa privada. "Com o crescimento econômico, esse é um gargalo que precisa ser resolvido de qualquer forma, ou o país pára", diz Marcos Elias, sócio da gestora de recursos EM Financial Services, de São Paulo. Essa perspectiva beneficia empresas que atuam em setores como os de construção, energia e logística. É o caso, por exemplo, da administradora de rodovias CCR. A companhia é considerada uma das favoritas para vencer as novas licitações de estradas que devem ser realizadas pelo governo neste ano. Também são boas as perspectivas para geradoras de energia elétrica como AES Tietê e CPFL, que lucram com o aumento da demanda por parte das empresas.

    Um segmento mais controverso é o de construção civil. Para os especialistas consultados por EXAME, as excelentes expectativas para o setor neste ano, criadas pelo recente boom do mercado imobiliário, não beneficiarão todas as construtoras e incorporadoras de capital aberto. "Algumas ações ainda estão caras e, num ano mais complicado como o atual, o ideal é fazer apostas mais conservadoras", diz Vladimir Pinto, analista-chefe da corretora do Unibanco. "Os investidores devem preferir as empresas que já estão entregando bons resultados -- e esperar para ver a evolução daquelas que estão apoiadas apenas em perspectivas futuras de crescimento." Também vale a pena ficar atento a uma provável onda de consolidação que deve ocorrer nesse setor ao longo do ano. Segundo os analistas, o mercado brasileiro de construção é pulverizado demais quando comparado ao de outros países. "Poderemos ver diversos negócios em breve: fusões entre construtoras de médio porte, companhias maiores comprando menores, quem sabe até a união de duas empresas grandes", diz um executivo do mercado. Nem todos os negócios vão beneficiar os acionistas minoritários. "O investidor vai precisar ficar atento e, eventualmente, mexer nas suas aplicações", diz ele.

    Clique aqui
    Promessas de crescimento


    CONSUMO
    Vacina contra a crise americana
    Uma saída para proteger seus investimentos da crise americana é aplicar em ações de setores que não dependam do desempenho da economia internacional. É o caso das empresas que vendem para o mercado interno, como as varejistas e os portais de comércio eletrônico. "Essas companhias se beneficiam do crescimento do PIB brasileiro, que está inserindo uma nova massa de consumidores no mercado", diz Martha Dubugras, sócia da gestora de recursos Paraty, do Rio de Janeiro. Para ganhar dinheiro aplicando nas ações dessas empresas, porém, é preciso selecionar. Apesar de as perspectivas serem favoráveis, nem todas as companhias desse setor são boas alternativas de investimento. Os analistas recomendam escolher empresas que tenham planos concretos de expansão e venham entregando resultados consistentes. "Algumas empresas, como as de vestuário, decepcionaram os investidores no passado, porque prometeram crescimento e não entregaram", diz Alan Cardoso, analista da corretora Prosper, do Rio de Janeiro.

    Hoje, as melhores opções nesse mercado são negócios de três segmentos: tecnologia, comércio eletrônico e varejo (veja quadro). A que promete a maior valorização é a Ideiasnet, uma holding que investe em 18 empresas de tecnologia -- a alta prevista é de 120%. Seu risco, porém, é elevado. A companhia registrou prejuízo de 868 000 reais no terceiro trimestre de 2007, decorrente de novas aquisições, e precisa aumentar sua rentabilidade para entregar bons resultados aos acionistas. Outra companhia vista com otimismo pelos analistas é o portal de comércio eletrônico B2W, que vem lucrando com a contínua expansão das vendas pela internet.

    Como lucrar com a expansão do PIB


    COMMODITIES
    Elas não decepcionam o acionista há anos
    As ações das produtoras de commodities devem continuar se valorizando

    Aplicar nas ações de empresas ligadas à produção de commodities como aço, petróleo e minério de ferro tem sido um ótimo negócio para o investidor brasileiro há anos -- e deve continuar assim em 2008. "O que explica o bom desempenho dessas companhias é o fato de o Brasil ter grande vantagem competitiva nesse setor, o que favorece as exportações", diz Ralph Rosenberg, sócio da gestora de recursos Perfin, de São Paulo. As ações desse setor que têm as maiores chances de se valorizar até dezembro, na opinião dos especialistas ouvidos por EXAME, são as de Aracruz, Gerdau, Petrobras, Usiminas e Vale. Entre elas, a que reuniu o maior número de recomendações foi a Vale -- citada por 18 dos 21 profissionais de bancos e corretoras consultados. Eles estão otimistas com a forte demanda dos países emergentes, especialmente da China, pelo principal produto da companhia, o minério de ferro. "A Vale deve conseguir reajustar novamente o preço do minério neste ano. A previsão é de alta de 25%, o que permite projetar bons resultados para a empresa", diz Eduardo Kondo, analista da corretora Concórdia. Se o reajuste ocorrer, será o quarto ano consecutivo de aumento de preços. Essa foi uma das principais razões que fizeram os papéis da mineradora subirem cerca de 200% desde o fim de 2004. Um estudo feito pela consultoria Boston Consulting Group com as maiores empresas globais de capital aberto -- com valor de mercado superior a 50 bilhões de dólares -- revela que a Vale foi a que deu maior retorno a seus acionistas entre 2002 e 2006.

    Outra ação recomendada é a da Petrobras, sexta maior companhia aberta de petróleo do mundo, com valor de mercado de 350 bilhões de reais. As recentes descobertas de reservas de petróleo e gás levaram muitos bancos e corretoras a melhorar suas projeções para a estatal. Como as perspectivas são otimistas, a Petrobras foi incluída na lista de indicações desta reportagem, apesar de o preço de sua ação estar mais alto que a média de seu setor. O cálculo que mostra se um papel está caro ou barato é feito com base num indicador de mercado conhecido como índice preço-lucro. Ele mede o número de anos que um investidor tem de esperar para reaver o dinheiro aplicado na ação de uma empresa recebendo apenas os dividendos pagos por ela. Quanto maior o índice, mais cara a ação. É o caso da Petrobras: seu índice preço-lucro é de 12,4, enquanto a média de seu setor é de 10,9.

    A Petrobras tem um risco que outras companhias do setor não têm: o de uma gestão influenciada por interesses do governo. A estatal vem perdendo profissionais para concorrentes privados, como a OGX, do grupo EBX, controlado pelo bilionário Eike Batista -- o que leva alguns analistas do mercado a colocar em dúvida sua capacidade de contratar pessoal e explorar com eficiência as novas reservas que descobriu.

    No caso das siderúrgicas Gerdau e Usiminas, a expectativa de valorização se deve ao aumento da demanda por aço no mercado interno. A Usiminas, por exemplo, é a única produtora brasileira de chapas usadas na fabricação de plataformas de petróleo e dutos para transportar álcool, gás e petróleo. "Esse é um segmento em franca expansão hoje", diz Fernando Fanchin, analista de renda variável da gestora de recursos Rio Bravo. A Gerdau, por sua vez, fornece vergalhões para a indústria de construção civil e, por isso, ganha com a expansão do setor imobiliário, que vive seu melhor momento em décadas. Os analistas também vêem o setor de papel e celulose de forma otimista. O motivo é o crescimento das compras desses produtos em países emergentes, como China e Índia. Para eles, isso compensa a esperada queda nas vendas para os Estados Unidos.

    Apesar de o cenário ser róseo, ao aplicar em ações de produtoras de commodities, o investidor precisa estar ciente de que esse segmento tem um risco evidente: o de os preços caírem se houver desaceleração mais acentuada da economia mundial. Para evitar prejuízos pesados, o conselho dos especialistas é acompanhar a evolução dos preços das commodities e dos resultados das empresas. Se, ao longo do ano, houver piora nos preços, pode ser necessário reconsiderar as aplicações em ações do setor.

    O destaque continua sendo a Vale


    AGRONEGÓCIO
    Mais vendas de alimentos para países emergentes
    Empresas como Perdigão e Sadia beneficiam-se do maior consumo na Ásia

    O forte aumento do consumo de alimentos em países emergentes continuará beneficiando as vendas da Perdigão e da Sadia neste ano. É essa a avaliação dos analistas ouvidos por EXAME. As empresas são as maiores produtoras de carne e frango do país e exportam boa parte dessas mercadorias para a Ásia e o Oriente Médio. Além disso, têm a vantagem de não depender das vendas de carne bovina para o exterior, que serão prejudicadas pelas barreiras impostas pela União Européia. A grande aposta dos analistas é a Perdigão, que em 2007 passou a Sadia e assumiu a liderança do mercado brasileiro de alimentos. "A empresa é bem administrada e tem um portfólio diversificado de produtos", diz Fabio Guimarães, analista de renda variável da gestora carioca Rio Bravo. Espera-se ainda que a Perdigão comece a exportar leite nos próximos meses depois de ter comprado a fabricante de laticínios Eleva no ano passado.

    A Sadia também faz parte da lista de recomendações em razão da expectativa de que investirá pesado para retomar a liderança do mercado. No fim de 2007, a empresa inaugurou uma fábrica na Rússia -- sua primeira unidade no exterior --, o que deve favorecer as exportações. Outra indicação dos especialistas é a SLC, uma das maiores produtoras agrícolas do país, com plantações de algodão, soja, milho e café em cinco estados. A SLC vem lucrando com os altos preços das commodities agrícolas no mercado externo, não afetados pela crise internacional.

    Onde estão os ganhos no campo


    BANCOS
    Empréstimo em alta, calote em baixa
    As ações dos bancos voltarão a subir, dizem os analistas de mercado

    A maioria das ações de bancos caiu bem mais que a média da bolsa em janeiro. Enquanto o Índice Bovespa se desvalorizou em 7% no mês, os papéis do Bradesco perderam 16% e os do Itaú 13%, por exemplo. O principal motivo das baixas nada tem a ver com os resultados dos bancos brasileiros -- deve-se à preocupação generalizada dos investidores estrangeiros com esse setor, em razão dos prejuízos contabilizados pelas instituições financeiras americanas com o colapso do segmento de hipotecas subprime. "Apesar de o Brasil estar fora do raio de alcance da confusão lá fora, em momentos mais agudos da crise, acaba sofrendo junto", diz Paulo Clini, gestor de renda variável da empresa americana de investimentos Legg Mason. "Além disso, a forte desvalorização das ações dos bancos estrangeiros fez os papéis das instituições locais ficarem comparativamente mais caros."

    Espera-se, porém, que os efeitos desse contágio diminuam nos próximos meses, o que deve fazer as ações dos bancos voltarem a subir. As perspectivas para o setor são positivas, em razão do contínuo aumento do crédito a empresas e pessoas físicas. "Outro aspecto interessante dos bancos brasileiros é o fato de sua gestão ser, em média, muito superior à dos demais setores da bolsa", diz Lika Takahashi, estrategista-chefe da Fator Corretora. O principal risco dos bancos é o crescimento da inadimplência, mas os especialistas acreditam que a maioria das instituições conseguirá manter o número de maus pagadores sob controle.

    A vez dos novatos

    sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

    Como Escolher um Papel

    Existem duas técnicas mais conhecidas na avaliação de ações.

    Uma delas é a chamada análise fundamentalista, que consiste em avaliar, como o próprio nome sugere, os fundamentos da empresa. Neste modelo de análise busca-se fazer um levantamento detalhado das informações e dados da empresa (análise de balanço, contabilidade, estilo de gestão, entre outras). Analisa-se ainda o setor a qual a empresa pertence, potenciais mercado e todas as informações que possam ser relevantes e que de alguma forma venham a refletir no comportamento do preço das ações. É um dos modelos mais aceitos e difundidos.

    A outra é a análise técnica (grafista), que realiza projeções baseada no comportamento passado dos preços da ação, ou seja, seu histórico de desempenho.

    É com base nessas duas análises que especialistas tomam suas decisões de investimentos, e que as corretoras se norteiam para indicar a compra ou a venda de alguma ação.

    É bom lembrar que a seleção de uma carteira de ações requer uma técnica muito sofisticada, e que são analisadas muitas variáveis que afetam o preço destas ações. Para ter sucesso nessa empreitada, é importante que escolha um parceiro (corretora ou home broker) que atenda suas expectativas como investidor e que ofereça informações constantes sobre seus investimentos.

    Mas é bom lembrar que o principal interessado é o investidor, e, portanto, cabe a você se manter sempre bem informado para tomar as melhores decisões.

    Antes de comprar uma ação, preste atenção:

    Não aplique o dinheiro que pode precisar no curto prazo. Investimentos em ações são recomendados para quem tem objetivos de longo prazo, e são indicados para diversificar seu patrimônio;

    Assim, seja rigoroso no planejamento financeiro. É importante que tenha capacidade de cumprir o planejado;

    Reavalie sistematicamente seus objetivos. Eles podem mudar ao longo do tempo, e seus investimentos devem sempre acompanhar estas mudanças;

    Esteja preparado para momentos de crise do mercado;

    Diversifique sempre. Não aplique todos os seus recursos no mercado acionário muito menos em uma única ação.

    Análise técnica: o que esperar para os papéis de Bradesco, Itaú e Unibanco?

    Por: Rafael de Souza Ribeiro
    08/02/08 - 13h15
    InfoMoney

    SÃO PAULO - Uma característica para definir as ações do setor financeiro: longo prazo. Assim avalia Leandro Ruschel, da Leandro.Stormer. Segundo Ruschel, uma das principais características dos papéis do setor é a tendência de alta de longo prazo.

    Porém, o ano não começou bem para o mercado de capitais, em especial para o setor dos bancos. Para Ruschel, os ativos estão passando por uma correção mais forte, por volta de 30%, após encontrarem seus patamares históricos no final do ano passado. Percepção esta corroborada por Gustavo Lobo, que afirma: "ainda não é o momento para entrar no setor".

    Ainda sobre o ajuste das ações do setor financeiro, Ruschel antevê, baseado no histórico dos papéis, que os ativos não corrigem mais de 30% a 50% frente aos topos formados antes de retomar o movimento altista, e ressalta: "para o investidor de longo prazo, os preços já começaram a ficar interessantes".

    Oportunidades abertas
    Para as ações preferenciais do Itaú (ITAU4), Ruschel, assim como Lobo, traçam suporte por volta dos R$ 35,00, patamar este considerado "bom" na visão de Gustavo Lobo. Leandro Ruschel ainda ressalta que o papel está sobre-comprado no curtíssimo prazo, podendo ainda apresentar algum repique.

    Ainda em relação às ações do Itaú, o especialista da Leandro.Stormer traça resistência nos R$ 38,50, em vista do gap aberto após o Carnaval. Lobo destaca resistência imediata nos R$ 37,00 e uma mais adiante nos R$ 38,00.

    Já para as ações preferenciais do Bradesco (BBDC4), Ruschel lembra que os papéis estão testando mais uma vez suporte importante na zona de R$ 43,50 e R$ 45,00, e uma possível recuperação levaria os ativos a testarem a resistência dos R$ 50,00.

    Para Gustavo Lobo, o suporte de curto prazo das ações do Bradesco se encontra nos R$ 43,40 e, se perdido, deverá tornar-se uma resistência, dando lugar a um novo suporte, próximo dos R$ 41,60.

    Em relação às units do Unibanco (UBBR11), Lobo e Ruschel traçam suporte próximo dos R$ 20,00, patamar "interessante" na opinião de Lobo, que ressalta que os ativos se encontram bem abaixo de suas médias. Como resistência, Lobo traça os R$ 21,50 e logo em seguida os R$ 23,00.

    Atenção!
    Leandro Ruschel atenta aos traders de curtíssimo prazo para os testes dos suportes acima descritos, para uma eventual operação curta de compra no caso de sinal de reversão, e enfatiza: "a perda dos suportes mencionados seria um sinal negativo e abortaria as operações". Portanto, fique atento ao movimento do mercado e prepare seus stops.

    quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

    Glossário - Termos Financeiros

    ABAMEC - Associação Brasileira dos Analistas do Mercado de Capitais.

    ACREFI - Associação das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento.

    ADEVAL - Associação das Empresas Distribuidoras de Valores.

    ADR - Veja American Depositary Receipt.

    Ação - Título que representa frações de capital de uma companhia ou sociedade anônima.

    Ação 1ª linha - Veja Blue Chips.

    Ação 2ª linha - Ações de empresas privadas de médio porte com liquidez e procura no mercado de ações.

    Ação 3ª linha - Ações de empresas privadas de pequeno porte e com baixa liquidez.

    Ação Cheia (com) - Ação cujos direitos ainda não foram exercidos. Esses direitos podem ser: dividendos, bonificação e subscrição.

    Ação listada em bolsa - Ação negociada em bolsa de valores.

    Ação Ordinária (ON) - Menos negociada, confere ao acionista direito de voto na empresa. Na distribuição dos dividendos da empresa, seus proprietários só recebem sua parcela correspondente depois que os proprietários das ações preferenciais tenham recebido suas parcelas.

    Ação Preferencial (PN) - Mais negociada, confere ao acionista o direito de receber um percentual fixo dos lucros, antes de serem distribuídos os dividendos da empresa. Não dá direito de voto. Algumas empresas diferenciam as séries de papéis lançados no mercado por letras, como por exemplo: PNA, PNB, PNC, etc.

    Ação Vazia (ex) - Ação cujos direitos já foram exercidos. Esses direitos podem ser: dividendos, bonificação e subscrição.

    Acionista - Quem possui ações de uma sociedade anônima.

    Acionista majoritário - Aquele que detém o controle acionário de uma empresa.

    Agente de Compensação - Pessoa jurídica responsável perante seus clientes e câmaras (Central/CBLC) pela compensação e liquidação dos saldos sob sua responsabilidade. As funções do Agente de Compensação e do Banco Liquidante não se confundem, embora possam ser exercidas pela mesma pessoa jurídica. No caso da CENTRAL, o Agente de Compensação é acionista e participante do Fundo Garantidor de Liquidação, devendo responder também pela apresentação de garantias, recebimento e observância dos limites operacionais estabelecidos pela clearing. Existem três categorias: Agentes de Compensação A (responsáveis por suas próprias operações, pelas de seus clientes e de terceiros); Agentes de Compensação B (responsáveis por suas operações e pelas de seus clientes); e Agentes de Compensação C (limitados às suas próprias operações). No caso da CBLC, os Agentes de Compensação são divididos em dois tipos: Agentes de Compensação Plenos (responsáveis pela carteira própria e de seus clientes, bem como pelas contas de outras corretoras e investidores institucionais de grande porte, denominados Clientes Qualificados, a exemplo de fundos de pensão, investidores estrangeiros, gestores de fundos e seguradoras); e Agentes de Compensação Próprios (instituições fundadoras que também atuam como corretoras da Bovespa, responsáveis apenas pela carteira própria e de seus clientes). (Ver Membro de Compensação).

    Ágio - Diferença positiva entre o valor pago e o valor nominal do título.

    Alavancagem - Operação que se caracteriza pela utilização de recursos de terceiros em busca de maior lucro, no entanto, o risco da operação é maior.

    American Depositary Receipt - Papel emitido e negociado nos EUA, com lastro em ações de outros países.

    Amex - A segunda maior Bolsa norte-americana, operando cerca de 10% de todas as ações negociadas nos EUA.

    ANA - Veja Aviso de Negociação de Ações.

    Anbid - Associação Nacional dos Bancos de Investimento.

    ANCOR - Associação Nacional das Corretoras de Valores, Câmbio e Mercadorias.

    ANDIMA - Associação Nacional das Instituições do Mercado Aberto.

    Apregoação - É o ato de apregoar a compra ou venda de ações, pelo qual se pretende fechar um negócio executado por um operador representante de uma corretora no pregão da Bolsa.

    Arbitragem - Estratégia de investir em dois ou mais mercados simultaneamente em busca de lucro sem risco.

    Assembléia Geral Extraordinária (AGE) - Reunião dos acionistas de uma empresa em caráter extraordinário. Essa convocação não é obrigatória.

    Assembléia Geral Ordinária (AGO) - Reunião dos acionistas de uma empresa, cuja convocação é obrigatória, para que haja verificação dos resultados, leitura, discussão e votação dos relatórios de diretoria e eleição do conselho fiscal da diretoria dessa sociedade anônima.

    Associação Nacional dos Bancos de Investimento - Entidade formada por várias instituições financeiras que publica o Índice de Sharpe e o Índice Anbid dos fundos de investimento.

    Ativo-objeto - Valor mobiliário a que se refere uma opção. Pode ser uma "commodity" (produtos agrícolas, como a soja, até metais, como o ouro), uma taxa de câmbio, uma taxa de juros, o Ibovespa, entre outros.

    Aumento de capital - Incorporação de novos recursos ou reservas ao capital da empresa.

    Aumento do valor nominal - Quando ocorre a incorporação de reservas ao capital de uma empresa sem que haja a emissão de novas ações.

    Aviso de Negociação de Ações - Comprovante de operações que é enviado pela Bolsa de Valores ao investidor.

    BACEN - Veja Banco Central do Brasil.

    BBC - Veja Bônus do Banco Central.

    Balancete - Balanço parcial da situação econômica de uma empresa, referente a um período de seu exercício social.

    Balanço - Demonstrativo contábil dos valores do ativo, passivo e do patrimônio líquido de uma empresa. Refere-se a um exercício social completo.

    Banco Central do Brasil - Órgão federal cujas principais funções são: executar a política monetária do governo, administrar as reservas internacionais do país e fiscalizar o Sistema Financeiro Nacional.

    Benefícios - São os dividendos, bonificações e/ou direitos de subscrição que uma empresa distribui a seus acionistas.

    Block-Trade - Leilão de grande lote de ações nas bolsas de valores.

    Bloqueio de posição - Operação através da qual um aplicador impede o exercício de sua posição mediante a compra, em pregão, de uma opção que possui a mesma série da opção anteriormente lançada.

    Blue Chips - São as chamadas ações de 1ª linha. Ações de empresas de grande porte, com grande liquidez e volume de negócios nas bolsas de valores.

    BM&F - Bolsa de Mercadorias & Futuros.

    BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social, Mercado à Vista.

    Bolsa de Valores - Associação civil sem fins lucrativos onde se negociam títulos e valores mobiliários. Seus principais objetivos são: manter local ou sistema de negociação eletrônico adequados para que ocorram as transações de compra e venda de títulos e valores mobiliários; preservar elevados padrões éticos nas negociações; fazer a divulgação das operações realizadas com rapidez e detalhes.

    Bolsa em alta - Quando o índice de fechamento do pregão é superior ao índice de fechamento do dia anterior.

    Bolsa em baixa - Quando o índice de fechamento do pregão é inferior ao índice de fechamento do dia anterior.

    Bolsa estável - Quando o índice de fechamento do pregão se mantém no mesmo patamar do índice de fechamento do dia anterior.

    Bônus do Banco Central - Emitidos pelo Banco Central, são papéis prefixados, em que você sabe exatamente o valor de resgate. Apresentam, portanto, risco de oscilação das taxas de juros.

    Boom - Quando o volume de transações no mercado de ações ultrapassa, acentuadamente, os níveis médios em determinado período, com expressivo aumento das cotações.

    Bônus de Subscrição - Título que dá direito a novas ações, emitido por uma empresa, dentro do limite do aumento de capital autorizado em seu estatuto.

    BOVESPA - Bolsa de Valores de São Paulo.

    Brokers - Intermediários financeiros responsáveis pela aproximação entre duas instituições, sem atuar como contraparte na transação.

    BVRJ - Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.

    Caderneta de Poupança - Depósito de poupança, em dinheiro, que acumula juros e correção monetária, sendo que o recurso obtido é utilizado para a construção de novas moradias.

    Call - Veja Opção de Compra.

    Câmaras/Clearing House - Câmara de compensação eletrônica na qual as liquidações das transferências de fundos ocorrem em bases líquidas. As posições líquidas dos participantes são calculadas da mesma forma que na Compe. O saldo resulta da diferença entre a soma de todos os valores recebidos e a soma de todos os valores pagos. A liquidação financeira das transferências de fundos pelo valor líquido é a principal diferença entre uma clearing house e um sistema RTGS, que liquida pelo valor bruto (transação a transação). Garante a finalização da operação financeira.

    Capitalização - Aumento do patrimônio de uma empresa através da emissão de ações.

    Capital Aberto - É um tipo de sociedade anônima em que o capital, representado por ações, pode ser negociado em bolsa de valores, e pertence a inúmeros e indeterminados acionistas.

    Capital Fechado - Sociedade em que o capital é restrito, ou seja, não podem ser negociados em bolsa de valores ou no mercado de balcão.

    Carteira de Ações - Conjunto de ações de diversas empresas de propriedade de pessoas físicas ou jurídicas.

    Caução - Depósito de títulos ou valores, para a garantia do cumprimento de uma obrigação assumida.

    CBLC - Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia. Criada pela Bovespa, efetua serviço de custódia fungível de títulos e valores mobiliários.

    CDB - Veja Certificado de Depósito Bancário.

    CDI - Veja Certificado de Depósito Interbancário.

    Certificado de Depósito Bancário - Emitido por instituições financeiras, pode ser prefixado ou pós-fixado. Seu prazo varia para cada caso. Dependendo da classificação da qualidade de crédito do emissor pode ser classificado como de 1ª ou 2ª linha.

    Certificado de Depósito Interbancário - Instrumento financeiro ou valor mobiliário destinado a possibilitar troca de reservas entre as instituições financeiras.

    CETIP - Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos.

    Chamada de Capital - Quando uma empresa subscreve ações novas, com ou sem ágio, para aumentar seu capital.

    Colocação Direta - Aumento do capital via realização de uma subscrição.

    Colocação Indireta - Aumento do capital mediante subscrição, em que o total de ações é adquirido por uma instituição financeira ou consórcio para depois colocar no mercado de trabalho.

    Commercial Paper - Título emitido por uma sociedade anônima, para captar recursos, visando investimento ou o financiamento do capital de giro. O rendimento de cada commercial paper depende das condições particulares de cada emissão. Esse título possui características que se assemelham com as debêntures, tendo como principal diferença um prazo de emissão geralmente menor.

    Comissão de Valores Mobiliários - Órgão federal que disciplina e fiscaliza o mercado de valores mobiliários.

    Commodity - O termo significa uma mercadoria em estado bruto, como café, algodão, milho, soja, etc.

    Comitente - Representante encarregado de comprar, vender ou praticar qualquer ato sob suas ordens e sua conta, mediante uma remuneração via comissão.

    Compra em Margem - Aquisição de ações à vista, com recursos obtidos pelo investidor através de um financiamento com uma Sociedade Corretora.

    Conselho Monetário Nacional - Órgão federal cuja função é formular a política da moeda e do crédito, orientar, regulamentar e controlar todas as atividades financeiras desenvolvidas no país.

    Controle Acionário - É a posse de um acionista ou grupo de acionistas da maior parte de ações com direito a voto de uma empresa, tendo assim o poder de decisão sobre ela.

    Corretagem - Remuneração paga ao corretor por sua intermediação na compra ou venda de títulos.

    Corretor - Quem intermedia a compra e venda de títulos.

    Corretoras - São instituições financeiras credenciadas pelo Banco Central e membros das bolsas de valores ou de futuros. Estão habilitadas a negociar valores mobiliários ou contratos futuros em pregão.

    CPMF - Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira.

    Curva do papel - Curva que reflete a valorização de um título ao longo do tempo, do instante da compra até seu vencimento.

    CVM - Veja Comissão de Valores Mobiliários.

    Data de exercício da opção - Data de registro no pregão de uma opção de compra ou venda.

    Data de vencimento da opção - O dia em que se extingue o direito de uma opção.

    Data ex-direito - Data em que uma ação começará a ser negociada ex-direito (dividendo, bonificação, subscrição) na bolsa de valores.

    Day-Trade - Operação de compra e venda realizada no mesmo dia, com a mesma ação, pelo mesmo investidor e através da mesma corretora.

    Debêntures Simples - Título emitido por uma sociedade anônima, para captar recursos, visando investimento ou o financiamento do capital de giro. O rendimento de cada debênture depende das condições particulares de cada emissão. Podem ser divididas entre simples e conversíveis.

    Debêntures Conversíveis - Aquelas que, por opção de seu portador, podem ser convertidas em ações, em épocas e condições predeterminadas.

    Depósito Compulsório sobre Fundos de Investimento - Parcela do patrimônio do fundo destinada a ser recolhida junto ao Banco Central, onde permanecerá sem remuneração.

    Derivativos - São operações financeiras realizadas através dos mercados futuros de índice, câmbio, juros e de opções, para obter rentabilidade diferenciada.

    Deságio - Diferença negativa entre o valor pago e o valor nominal do título.

    Desdobramento de Cautelas - Sistema utilizado pela bolsa de valores com o objetivo de adequar a quantidade de ações ao lote-padrão.

    Direito de Subscrição - Direito de um acionista de subscrever preferencialmente novas ações de uma sociedade anônima, quando há aumento de seu capital.

    Disclosure - Quando uma empresa divulga informações, facilitando a tomada de decisão do investidor e aumentando sua proteção.

    Distribuição dos rendimentos - Lucros distribuídos aos cotistas de um fundo resultantes da venda dos títulos presentes na carteira do fundo.

    Diversificação - Prática de investir em um número variado de títulos, buscando reduzir riscos.

    DIVEX - Títulos da Dívida Externa.

    Dividendo - Direito que o titular de uma empresa tem de participar dos lucros dessa empresa. Essa participação varia em função da quantidade de ações possuídas.

    Dow Jones - Índice utilizado para acompanhar os negócios na bolsa de valores de Nova York, seu valor é o cálculo da média de cotações entre trinta empresas de maior importância.

    Dumping - Venda de produtos a preços mais baixos que os de custo, a fim de eliminar a concorrência.

    ECP - Entrega Contra Pagamento. Mecanismo que tem como princípio a liberação de ativos contra liquidação financeira, de forma simultânea, eliminando o risco de principal nas transações de títulos e valores mobiliários.

    Especulador - Aquele que utiliza seu capital na expectativa de tirar proveito de flutuações favoráveis de preço no mercado.

    Ex-direitos - Ação que teve exercidos os direitos concedidos por uma empresa.

    Execução de Ordem - Efetiva realização de uma ordem de compra ou venda.

    Exercício de Opções - É quando o titular de uma operação exerce seu direito de comprar ou de vender o lote de determinado ativo-objeto, ao preço de exercício.

    FAC - Fundo de Aplicação em Cotas.

    Fechamento em Alta - Quando o índice de fechamento for superior ao de fechamento do dia anterior.

    Fechamento em Baixa - Quando o índice do fechamento for inferior ao índice de fechamento do dia anterior.

    FIEX - Fundo de Investimento no Exterior.

    FGV-100 - Índice composto pelas 100 ações mais negociadas, excluindo as estatais e bancos, ou seja, a carteira teórica é composta apenas por ações de empresas privadas, levando-se em consideração os critérios de qualidade da empresa e de liquidez ou volume financeiro negociado em Bolsas de Valores.

    FIQ - Fundo de Investimento em Quotas.

    FITVM - Fundo de Investimento em Títulos e Valores Mobiliários.

    Fundo de Aplicação em Cotas - Fundo que aplica em outros fundos.

    Fundo de Investimento - Condomínio que reúne pessoas em torno de um objetivo comum. O responsável pela administração desse fundo é o banco.

    Fundo de Investimento no Exterior - Possui investimentos de, no mínimo, 80% em títulos da dívida externa do Governo Federal, negociados no exterior. O restante pode ser investido em títulos negociados no mercado internacional, sendo que há um limite de concentração de 10% de títulos do mesmo emitente.

    Fundo de Investimento Financeiro - Destina seus recursos às aplicações em diversos mercados, segundo limites legais e/ou determinados no regulamento do fundo.

    Fundo de Investimento em Quotas - Fundos destinados a investir na compra de quotas de fundos de investimento, títulos e valores mobiliários.

    Fundo de Investimento em Títulos e Valores Mobiliários - Antigamente dividido em fundos de ações e ações carteira livre. É um fundo que pode destinar no máximo 49% da sua carteira para a aquisição de títulos ou operações de renda fixa.

    Hedge - Serve como instrumento de proteção contra o risco de variações de preços nos diversos mercados de ativos reais ou financeiros. As operações são feitas quando se busca conseguir quase um seguro de preço para o bem ou ativo transacionado.

    Holding - Empresa cuja atividade principal é a participação acionária em uma ou mais empresas.

    Hot Money - São aplicações em títulos ou câmbio, de curtíssimo prazo, com taxas de juros e diferenciais cambiais significativas.

    IBA - Veja Índice Brasileiro de Ações.

    IBOVESPA - Indicador da lucratividade média de uma carteira teórica, formada pelas ações mais negociadas de forma representativa nos pregões das Bolsas de Valores de São Paulo. O Ibovespa é revisto a cada 4 meses e serve como indicador do comportamento do mercado, aproximando sua composição o máximo possível da configuração real das operações realizadas no mercado à vista da Bovespa.

    IBX - Veja Índice Brasil/Bovespa.

    ICV do DIEESE - Mede preços ao consumidor em São Paulo no mês completo, para três faixas de renda. O ICV oficial é a média de três índices.

    IGP-DI - Veja Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna.

    IGP-M - Veja Índice Geral de Preços do Mercado.

    Índice da Bolsa de Valores de São Paulo - Veja IBOVESPA.

    Índice Brasileiro de Ações (IBA) - Gerado e divulgado pela Comissão Nacional de Bolsas de Valores. O IBA é basicamente apurado por uma carteira teórica adequadamente diversificada e com abrangência nacional. A carteira é apurada pelo "Enterprise Value" das 100 companhias abertas mais negociadas em Bolsas de Valores e que estejam em mãos privadas. Condição fundamental: presença regular nas negociações diárias em Bolsas de Valores.

    Índice Brasil/Bovespa (IBX) - Apurado e divulgado pela Bovespa. Possui a finalidade de medir o retorno de uma carteira teórica de 100 ações selecionadas entre as de maior liquidez na Bovespa, com ponderação pelo valor de mercado de cada empresa.

    Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) - Pesquisado pela Fundação Getulio Vargas. A taxa, do mês fechado, é uma média ponderada do IPA (Preços no Atacado) Nacional, com peso 6, IPC (Preços ao Consumidor) no Rio e em São Paulo, com peso 3, e INCC (Construção), com peso 1.

    Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) - Pesquisado pela Fundação Getulio Vargas. Tem a mesma metodologia do IGP-DI, mas refere-se à coleta de preços realizada entre os dias 21 de um mês e 20 do seguinte, e não no mês completo.

    Índice de Lucratividade - Relação entre o capital atual e o inicial de uma aplicação.

    Índice Preço/Lucro - Quociente da divisão do preço de uma ação no mercado, em um instante, pelo lucro líquido anual de mesma. Assim sendo, o P/L representa o número de anos que se levaria para reaver o capital aplicado na compra de uma ação, por meio do recebimento de dividendos.

    Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) - Medido pelo IBGE em II regiões. Reflete a evolução do custo de vida de famílias com renda de 1 a 8 salários mínimos no mês completo.

    Índice de Preços ao Consumidor (IPC) - Pesquisado pela FIPE. Mede a evolução dos preços ao consumidor em São Paulo, para famílias com renda de 1 a 20 salários mínimos. Divulga taxas quadrimestrais.

    Índice de Sharpe - É uma medida de relação entre retorno e risco de um fundo. Quanto maior o Índice de Sharpe, melhor a performance do fundo no período em análise. O índice varia se o resultado for calculado com base em rentabilidades semanais, mensais ou anuais.

    INPC - Veja Índice Nacional de Preços ao Consumidor.

    Investimento - pode ter dois significados:
    a) Emprego da poupança em atividade produtiva, objetivando ganhos a médio ou longo prazos.
    b) Aplicação de recursos em algum tipo de ativo financeiro.

    Insider - Aquele que se beneficia de informações que ainda não se tornaram de conhecimento público.

    Institucional (investidor) - Instituição que dispõe de vultuosos recursos mantidos em certa estabilidade e destinados à reserva de risco ou a renda patrimonial e que investe parte dos mesmos no mercado de capitais. Temos, como exemplo, as seguradoras e os Fundos de Pensão.

    IOF - Imposto sobre Operações Financeiras.

    IPC - Veja Índice de Preços ao Consumidor.

    I-SENN - Índice Eletrônico de Negociação Nacional da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.

    Joint-Venture - Associação de empresas para desenvolvimento e execução de um projeto específico.

    Lançador - No mercado de opções é aquele que vende a opção.

    LBC - Veja Letra do Banco Central.

    LBTR - Liquidação pelo valor bruto em tempo real. Sistema no qual o processamento e a liquidação dos recursos entre instituições financeiras são executados continuamente e em tempo real pelo valor bruto, operação por operação (no momento de sua realização). No mercado internacional, é utilizada a nomenclatura RTGS - Real Time Gross Settlement. Modelo adotado no STR, administrado pelo BC.

    LDL - Liquidação diferida por valores líquidos. Sistema no qual o processamento e a liquidação dos recursos entre instituições financeiras são executados em horários predeterminados durante o dia de processamento, pelo valor líquido entre seus participantes. Permite liquidações bilaterais e multilaterais. No mercado internacional, é utilizada a nomenclatura DNS - Deferred Netting Settlement. Modelo a ser usado pelas clearings.

    Letra do Banco Central (LBC) - Título pós-fixado que tem sua rentabilidade ligada à taxa over (de um dia). Se o BACEN aumentar ou diminuir a taxa de juros, absorverá imediatamente o novo patamar de juros.

    Letra Financeira do Tesouro do Estado de … (LFTE...) - Título público pós-fixado emitido por um governo estadual. Por mais solvente que seja o governo estadual, é bom lembrar que, pelo simples fato de não ser um título do governo federal, apresenta um risco de crédito maior, que acaba sendo refletido em taxas maiores.

    Letra Financeira do Tesouro do Município de … (LFTM…) -
    Título público pós-fixado emitido por um município. Por mais solvente que seja o município, pelo simples fato de não ser um título do governo federal, apresenta um risco de crédito maior, que acaba sendo refletido em taxas maiores.

    Letra Financeira do Tesouro Nacional (LFTN) - Título emitido pelo Tesouro Nacional, é um papel pós-fixado que tem sua rentabilidade ligada à taxa over (de um dia). Se o BACEN aumentar ou diminuir a taxa de juros, absorverá imediatamente o novo patamar de juros.

    Letra do Tesouro Nacional (LTN) - Emitido pelo Tesouro Nacional, é um papel prefixado, onde você sabe exatamente o valor de resgate. Apresenta, portanto, risco de oscilação das taxas de juros.

    LIBOR (London Interbank Ordinary Rate) - É a taxa de juros normalmente cobrada pelos bancos londrinos.

    Limite Operacional - Mecanismo que determina a exposição máxima de risco de agentes, intermediários e clientes.

    Liquidez - Facilidade de converter um ativo em dinheiro, sem perda substancial do seu preço.

    Lote fracionário - Lote que apresenta uma quantidade de ações inferior ao lote-padrão.

    Lote-padrão - Lote de títulos que apresentam características idênticas. Essa quantidade de títulos é prefixada pelas bolsas de valores.

    LTN - Veja Letra do Tesouro Nacional.

    Lucro líquido por ação - Lucro líquido de uma empresa em um determinado período, dividido pelo número existente de ações.

    Margem - Montante determinado pelas bolsas de valores, a ser creditado em dinheiro ou valores mobiliários pelo cliente que opera a termo, no mercado de futuro e faz o lançamento de opções a descoberto.

    MEGA-BOLSA - Sistema eletrônico de negociação da BOVESPA.

    Membro de Compensação - Presta serviços aos clientes diretos da BM&F. É responsável pelo registro, compensação e liquidação de todos os negócios realizados pelas corretoras de mercadorias, operadores especiais e permissionárias correspondentes, tornando-se, portanto, seu garantidor perante a Bolsa. O credenciamento como Membro de Compensação é concedido apenas a corretoras de valores.

    Mensagem - Conjunto de informações trocadas entre participantes da RSFN com a finalidade de solicitar uma operação, transmitir um resultado operacional, anunciar uma mudança operacional ou comunicar qualquer outro fato relevante.

    Mensageria - Sistema que permite o controle no envio e na recepção de mensagens entre as instituições financeiras, as clearings e os sistemas administrados pelo Banco Central. Com o novo SPB, será necessário que os participantes do Sistema Financeiro Nacional passem a informar ao Banco Central, em tempo real, cada lançamento de liquidação financeira na conta Reservas Bancárias. O Banco Central estabeleceu que essa comunicação ocorrerá por meio de trocas de mensagens entre os participantes.

    Mercado de Ações - Mercado no qual são negociadas as ações, seja através do mercado primário ou secundário.

    Mercado de Balcão - Mercado no qual são negociadas ações de empresas não registradas em bolsas de valores e outras espécies de títulos. Estas transações são realizadas por telefone.

    Mercado de Capitais - Onde se realizam operações de transferência de recursos financeiros de prazos variados, realizadas entre os chamados poupadores e investidores.

    Mercado Financeiro - É o mercado voltado para a transferência de recursos entre os agentes econômicos. No mercado financeiro, são efetuadas transações com títulos de prazos variados.

    Mercado Futuro - Segmento em que operações são fechadas por meio de contrato que terão vencimento no futuro. Há três mercados: de câmbio; de juros e de índices.

    Mercado de Opções - Uma variação do mercado futuro, em que o aplicador tem a opção de realizar ou não o negócio na data do vencimento.

    Mercado Primário - Mercado de emissão de novas ações ou títulos em geral.

    Mercado Secundário - Onde ocorre a negociação dos títulos adquiridos no mercado primário, favorecendo a liquidez dos papéis já emitidos.

    Mercado a Termo - Operações com prazos de liquidação em geral de 30, 60 ou 90 dias. Limites mínimos para a transação e depósito de valores são utilizados como margem de garantia da operação.

    Mercado à Vista - A entrega dos títulos vendidos se processa no segundo dia útil depois de realizada a negociação em bolsa. Já o pagamento e o recebimento do valor da operação são feitos no terceiro dia útil, mediante a efetiva liquidação física.

    NBC-E - Veja Nota do Banco Central - Série E.

    Netting - Acordo de compensação de posições ou obrigações por participantes ou parceiros de negócios. A apuração de saldos reduz de forma expressiva o número de posições ou obrigações individuais. O procedimento pode tomar diversas formas, com graus variáveis de eficácia legal na eventualidade da inadimplência de uma das partes.

    Nikkei - É o índice das 225 principais ações negociadas na Bolsa de Valores de Tóquio.

    Nota do Banco Central - série E - Emitido pelo Banco Central, é um papel pós-fixado que tem sua rentabilidade ligada à variação do dólar comercial.

    Nota Promissória - Título de crédito emitido pelas companhias, para colocação pública, que confere a seu titular direito de crédito.

    Nota do Tesouro Nacional - Título público pós-fixado, que rende juros reais e mais a variação de um indexador, que pode ser o dólar (no caso da NTN-D) ou a TR (no caso da NTN-H).

    NP - Veja Nota Promissória.

    NTN - Veja Nota do Tesouro Nacional.

    NYSE (New York Stock Exchange) - Bolsa de Valores de Nova Iorque.

    Oferta de Direitos - Quando uma empresa faz uma oferta de venda de novas ações a seus acionistas a um determinado preço.

    Operador de Pregão - É quem executa as ordens de compra e venda de ações, para as corretoras, em uma bolsa de valores.

    Opção - É um instrumento que dá ao seu titular, ou comprador, um direito futuro sobre algo, mas não uma obrigação, e ao seu vendedor uma obrigação futura, caso seja solicitada pelo comprador da opção.

    Opção Coberta - Depósito em bolsa de valores das ações objeto de uma opção.

    Opção de Compra - Proporciona ao seu titular o direito de comprar um ativo em determinada data por um certo preço estipulado no contrato. No Brasil, as opções de compra podem ser exercidas a qualquer hora, durante o prazo de vigência da opção.

    Opção de Venda - Proporciona ao seu titular o direito de vender um certo ativo em determinada data, por um certo preço estipulado no contrato. No Brasil, as opções de venda só podem ser exercidas na data de vencimento.

    Open Market - Transações realizadas com títulos de renda fixa, públicos ou privados.

    Operação Caixa - É um tipo de operação onde o investidor vende um lote de ações à vista e o recompra no mesmo pregão no mercado a prazo, ele fica com a diferença entre os preços de compra e venda.

    Operação de Financiamento - É o processo inverso onde o investidor compra à vista um lote de ações e vende a prazo, a diferença entre os dois preços é a remuneração da aplicação pelo prazo do financiamento.

    Operador do Sistema Eletrônico - Representante de uma sociedade corretora que executa ordens de compra e venda no sistema de pregão eletrônico da BOVESPA.

    Ordem - Instrução emitida por um cliente a uma Sociedade Corretora, para execução de compra e venda de valores mobiliários.

    Oscilação - Variação do preço de um determinado ativo em um certo período de tempo.

    Over/Open - Aplicações de um dia que podem ter lastro em títulos públicos ou privados. Caracteriza-se pela transação entre duas instituições, envolvendo a venda, com compromisso de recompra, após um período definido (geralmente um dia) de um título, através de uma taxa de juros preestabelecida entre as partes. O título envolvido na operação é chamado de lastro, e a taxa pactuada entre as instituições é geralmente proporcional ao risco de crédito do título.

    Piloto de Reservas - Profissional ou sistema responsável por apurar continuamente o saldo da reserva bancária e monitorar todos os lançamentos a débito e/ou a crédito das instituições financeiras.

    Portfólio - Uma carteira de ativos mantidos pelo gestor dos fundos que pode incluir ações, títulos, etc.

    Posição em Aberto - Saldo de posições mantidas pelo investidor em mercados futuros e de opções.

    Prazo de Subscrição - Prazo fixado para que o acionista exerça seu direito de subscrição.

    Precatórios - São dívidas dos governos Federal, Estaduais e Municipais, originadas por decisões da justiça. A Constituição permite apenas a emissão de títulos por Estado e Municípios para pagar precatórios anteriores a 1988.

    Pregão - Sessão durante a qual se efetuam os negócios na sala de negociação no sistema eletrônico.

    Prêmio - É o valor que o comprador da opção paga em data presente pela sua compra.

    Put - Veja Opção de Venda.

    Quadro de cotações - Local dentro do recinto de negociação onde diversos preços e quantidades de ações negociadas são apresentados.

    RDB - Veja Recibo de Depósito Bancário.

    Renda Fixa - São aplicações financeiras com prazos e rendimentos pré-conhecidos.

    Recibo de Depósito Bancário - É uma promessa de pagamento, á ordem, da importância do depósito, acrescida dos juros convencionais, se forem prefixados, e dos juros mais correção monetária, se forem pós-fixados.

    Recibo de Subscrição - Documento que comprova o exercício do direito de subscrição, pode ser negociado em bolsa.

    Recibo da Telebrás - Cesta de 13 ações, que contém papéis das 12 holdings criadas com a cisão da Telebrás, além das ações da própria Telebrás.

    Risco de Crédito - É o risco de que o emissor de títulos possa não honrar o principal ou o pagamento de juros.

    Risco de Inflação - Eventuais desvalorizações que um ativo pode sofrer devido à incidência da inflação, especialmente para os títulos prefixados.

    Risco de Mercado - Esse tipo de risco é associado à possibilidade de desvalorização ou de valorização de um ativo devido a alterações políticas, econômicas ou em decorrência da situação individual de uma empresa ou banco.

    Risco de Moeda - Possíveis alterações no câmbio de aplicações efetuadas em outra moeda no mercado internacional.

    Risco da Taxa de Juros - Esse risco é ligado à possibilidade da variação da taxa de juros ao longo de um investimento. Se houver uma variação positiva nas taxas de juros, provocada pelo Banco Central, o preço dos títulos sofre uma queda, fazendo com que os investimentos também sofram redução.

    SELIC - Sistema Especial de Liquidação e Custódia.

    Série de Opções - Opções do mesmo tipo, sobre a mesma ação objeto, com o mesmo mês de vencimento e o mesmo preço de exercício.

    SISBACEN - Sistema de Informações do Banco Central.

    Sociedade Anônima - Empresa que tem o capital dividido em ações.

    Sociedade Corretora - Instituição que intermedia transações entre os investidores e as Bolsas de Valores.

    Sociedade Limitada - Sociedade comercial por cotas de responsabilidade limitada.

    SPB - Sistema de Pagamentos Brasileiro. Conjunto de procedimentos, regras, instrumentos e sistemas operacionais integrados, usados para transferir fundos do pagador para o recebedor e, com isso, encerrar uma obrigação. O novo desenho do SPB tem como arcabouço legal a Lei nº 10.214, de 27/03/2001, que dispõe sobre a atuação das câmaras e dos prestadores de serviços de compensação e de liquidação nesse novo ambiente.

    Spread - Diferença entre as taxas de captação e aplicação.

    Split - Elevação do número de ações representantes do capital, através do desdobramento com a proporcional redução de seu valor nominal.

    STR - Sistema de Transferência de Reservas - Sistema de gerenciamento das transferências de reservas entre instituições financeiras administrado pelo Banco Central. O STR consultará o saldo da conta Reservas Bancárias e rejeitará os débitos de valores superiores ao saldo da conta, evitando a ocorrência de saldo negativo.

    Subscrição - Quando uma empresa lança novas ações no mercado, para que possa obter os recursos necessários para o investimento.

    Swap - Operação destinada à proteção contra o risco de variações de taxas de juros, moedas, commodities, relativamente a seus pagamentos e recebimentos, cuja efetivação esteja programada para ocorrer em momento futuro.

    Taxa de administração - É a remuneração paga ao administrador pela prestação de serviços de gestão e administração de um determinado serviço. (Fundos de Investimento).

    TBF - Taxa Básica Financeira.

    Taxa de desempenho/performance - Taxa que se cobra desde que se tenha obtido o retorno preestabelecido para aplicação. Por exemplo: 25% do que exceder o CDI.

    Título da Dívida Externa - São títulos colocados à disposição dos credores internacionais do Brasil, no âmbito do Plano Brady, para a reestruturação das parcelas da dívida soberana, vencida e não paga.

    Taxa Interbancária (CDI) - Taxa resultante da troca de títulos (CDI - Veja Certificado de Depósito Interbancário) restritos às instituições financeiras. Essas instituições trocam recursos entre si via CDI's para equilibrar suas necessidades financeiras com prazos variáveis a partir de um dia.

    Taxa pós-fixada - Taxa de remuneração a ser paga em virtude de aplicação em determinado ativo, que será divulgada apenas no vencimento da aplicação.

    Taxa prefixada - Taxa de remuneração estabelecida com antecedência, a ser paga em virtude da aplicação em determinado ativo.

    Titular de Opção - Aquele que tem direito de exercer ou negociar uma opção.

    Título Patrimonial da Bolsa - Título no qual a sociedade corretora deverá adquirir para ingressar na bolsa como membro, se autorizado pelo BACEN.

    Títulos Públicos - São papéis vendidos pelos governos ao mercado financeiro para obter dinheiro. Rendem juros a partir do deságio com que são vendidos inicialmente. Por exemplo, se títulos com valor de R$ 1.000 são vendidos por R$ 800, na hora de serem resgatados, dão retorno de 20% (R$ 200) aos investidores.

    TJLP - Taxa de Juros de Longo Prazo.

    Trading Post - Sistema de negociação realizada em postos de negociações, com a função de dar homogeneidade aos trabalhos, em função da quantidade de negócios, permitindo assim, que seja distribuído uniformemente o fluxo de operações.

    Trava - É um mecanismo utilizado em operações financeiras e tem por objetivo limitar perdas ou ganhos.

    TR - Taxa Referencial.

    Underwriting - Esquema de lançamento de ações mediante subscrição pública, para o qual uma empresa encarrega um intermediário financeiro, que será responsável por sua colocação no mercado.

    Valor de Exercício da Opção - Preço especificado no contrato de uma opção.

    Valor de Mercado da Ação - Valor mais atualizado de uma ação negociada em Bolsa de Valores, podendo ser superior ou inferior ao seu valor patrimonial.

    Valor Patrimonial da Ação - Valor do patrimônio líquido apurado em balanço dividido pela quantidade de ações existentes.

    Venda em Margem - Venda à vista de ações obtidas por empréstimos em uma sociedade corretora.

    Volatilidade - Indica o grau médio de variação das cotações de um título em um determinado período.

    Valor Unitário da Ação (VUA) - Quociente entre o valor do capital social realizado de uma empresa e número de ações da empresa.